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Apontado por Tom Brokaw, âncora do telejornal NBC Nightly News, como "o príncipe da Máfia", Michael Franzese dá dicas para ajudar uma empresa a fazer sucesso dentro da lei.
O estilo mafioso de gerenciar
As dicas de um ex-chefão da Máfia para ajudar a sua empresa a fazer sucesso (dentro da lei)
De Michael Franzese
Nº de Páginas: 160
Preço: R$ 24,90
"O crime compensa". Parece incrível, mas assim começa o polêmico livro escrito pelo "príncipe da máfia", Michael Franzese - "O estilo mafioso de gerenciar" - que acaba de chegar ao país pela Thomas Nelson Brasil. Franzese é uma das raras pessoas que deixou a Máfia e está viva para compartilhar os segredos do sucesso nos negócios da maior e mais antiga organização criminosa do mundo.
O autor defende que a fórmula usada pela Máfia pode ser aplicada, legalmente, nas organizações. Franzese tenta provar nesta obra que a forma como conseguia fazer milhões por semana dentro da máfia pode ser aplicada aos negócios fora da Máfia (menos a parte ilegal, é claro). O livro é indicado para gestores, gerentes, pequenos empresários ou até mesmo altos executivos.
No livro, Franzese ensina os segredos da máfia que podem ser adaptados ao mundo empresarial, já que uma grande quantidade dos negócios lucrativos do crime organizado é limpa. "Não há fórmulas mágicas nos negócios", afirma Franzese, porém ele garante que suas dicas criarão atalhos para o sucesso. Para isso, o autor se baseia em dois grandes filósofos, Maquiavel e Salomão, e explica como as ideias desses pensadores podem ajudar a gerenciar um empreendimento.
Sobre o Autor
Aos 24 anos Michael Franzese já era uma das pessoas mais ricas do mundo, segundo uma pesquisa organizada pela revista Fortune. No entanto, após uma série de processos, o jovem chefe de uma grande organização mafiosa assumiu sua culpa, aceitou uma sentença de 10 anos e deixou a Máfia.
Atualmente, Franzese é palestrante e escritor. Ele usa as incríveis experiências de sua antiga vida em benefício de jovens, atletas profissionais e amadores, e executivos em risco. É requisitado por grandes equipes de beisebol, pela NBA e pela Associação dos Tenistas Profissionais para colaborar em investigações sobre fraudes nos esportes.
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